8 de jul de 2010

Deus X Homem.

O homem é inteligente, pois tem a capacidade de pensar e organizar seus pensamentos, e por isso, por em prática. Também é muito curioso, e isso já vem desde milênios, desde a época das cavernas e quando ele descobriu o fogo, que ele queima; a água, que molha e pode se afogar. Por isso, ele tem alguns conflitos não resolvidos que já vem desde essa época. Ele, sempre insatisfeito, dá o passo maior que a perna, e depois procura um jeito diferente para poder caminhar, mesmo com as pernas doloridas. Não importa quem você seja, você sempre terá uma crença: o Ateu é materialista, mas acredita que não existe Deus nem qualquer coisa espiritual, sobrenatural, essa é a sua crença. Por mais que o homem luta, por mais que ele fuja de si mesmo, ele sempre precisará de algo para se apoiar, senão a sessão termina e ele já comeu toda a pipoca.

Nós mergulhados de cabeça, nós reclamamos, nos iludimos... As ilusões são muitas. Não há ninguém que pode afirmar nesse mundo até onde a ilusão existe. Existe um limite para fantasia? Qual é o seu limite, qual é o limite do homem? Qual é o de Deus? O que você espera?

3 comentários:

Ronald. disse...

O ateísmo não é uma crença de que deus não existe. O Dawkins fala disso no livro dele.. desse argumento..

1. Teísta convicto. Probabilidade de 100% de que Deus existe. Nas palavras de C.G. Jung, "Eu não acredito, eu sei."

2. Probabilidade muito alta, mas não chega aos 100%. Teísta de facto."Não tenho como saber com certeza, mas acredito fortemente em Deus e levo minha vida na pressuposição de que ele está lá."

3. Maior que 50%, mas não muito alta. Tecnicamente agnóstico, mas com uma tendência ao teísmo. "Tenho muitas incertezas, mas estou inclinado a acreditar em Deus."

4. Exatamente 50%. Agnóstico completamente imparcial. "A existência e a inexistência de Deus têm probabilidades exatemente iguais."

5. Inferior a 50%, mas não muito baixa. Tecnicamente agnóstico, mas com uma tendência ao ateísmo. "Não sei se Deus existe, mas estou inclinado a não acreditar."

6. Probabilidade muito baixa, mas que não chega a zero. Ateu de facto. "Não tenho como saber com certeza, mas acho que Deus é improvável e levo minha vida na pressuposição de que ele não está lá."

7. Ateu convicto. "Sei que Deus não existe, com a mesma convicção com que Jung 'sabe' que ele existe."

O Dawkins se considera o 6. O ateu que diz que deus não existe, não tem como saber o que diz.

Abs! Parabéns pelo blog, tá legal.

Samuel disse...

Obrigado pelo comentário, amigo. Volte sempre.

Ronald. disse...

O ateísmo não é uma crença de que deus não existe. O Dawkins fala disso no livro dele.. desse argumento..

1. Teísta convicto. Probabilidade de 100% de que Deus existe. Nas palavras de C.G. Jung, "Eu não acredito, eu sei."

2. Probabilidade muito alta, mas não chega aos 100%. Teísta de facto."Não tenho como saber com certeza, mas acredito fortemente em Deus e levo minha vida na pressuposição de que ele está lá."

3. Maior que 50%, mas não muito alta. Tecnicamente agnóstico, mas com uma tendência ao teísmo. "Tenho muitas incertezas, mas estou inclinado a acreditar em Deus."

4. Exatamente 50%. Agnóstico completamente imparcial. "A existência e a inexistência de Deus têm probabilidades exatemente iguais."

5. Inferior a 50%, mas não muito baixa. Tecnicamente agnóstico, mas com uma tendência ao ateísmo. "Não sei se Deus existe, mas estou inclinado a não acreditar."

6. Probabilidade muito baixa, mas que não chega a zero. Ateu de facto. "Não tenho como saber com certeza, mas acho que Deus é improvável e levo minha vida na pressuposição de que ele não está lá."

7. Ateu convicto. "Sei que Deus não existe, com a mesma convicção com que Jung 'sabe' que ele existe."

O Dawkins se considera o 6. O ateu que diz que deus não existe, não tem como saber o que diz.

Abs! Parabéns pelo blog, tá legal.

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