31 de out de 2010

filosofia e poesia.

Deixo-me levar pela subjetividade à razão. Em meio a tanto desconforto, não posso me expressar por palavras que passam de momentâneas à escravidão. Antes fosse que surgia, a minha frente, uma imensidão de coisas mais subjetivas que em tempos de tempestade.

Sinto-me à vontade para falar de choque, onde o meu mundo é o meu mundo, como quero e como quero que seja. Minha fonte de vida são as energias que saem dessas palavras. Letras que ardem, que pensam, que não pensam, que se fecham. O importante é se permitir, cada vez mais, se expressar pela arte.

3 comentários:

Dan Arrenius disse...

Otima POESIA! marcante, porem direta."Sinto-me à vontade para falar de choque"retrata bem a poesia! Gostei, Parabens!

Geni Laís disse...

enquanto a palavra existir, a paixão por escrever não morrerá :)

Dan Arrenius disse...

Otima POESIA! marcante, porem direta."Sinto-me à vontade para falar de choque"retrata bem a poesia! Gostei, Parabens!

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