A Cinemark é a maior rede de cinemas do Brasil e a segunda maior no mundo.
A empresa tem um conceito inovador e moderno de comunicação. São centenas de monitores dispostos em lugares estratégicos e controlados. Respeita a originalidade do cinema e dá preferência para filmes legendados.
Quando penso em cinema, penso em Cinemark. Lá os preços são acessíveis e há muito conforto.
Compre online, o que está esperando? Ou procure o complexo mais perto da sua casa.
Corrigi alguns erros de digitação no texto e adaptei à linguagem brasileira. O texto original certamente foi escrito por um português.
"Entrei apressado e com muita fome no restaurante. Escolhi uma mesa bem afastada do movimento, porque queria aproveitar os poucos minutos que dispunha naquele dia, para comer e acertar alguns bugs de programação num sistema que estava desenvolvendo, além de planejar a minha viagem de férias, coisa que há tempos que não sei o que são.
Pedi um filé de salmão com alcaparras em manteiga, uma salada e um sumo de laranja, afinal de contas fome é fome, mas regime é regime não é?
Abri o meu portátil e apanhei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim:
- Senhor, não tem umas moedinhas?
- Não tenho, menino.
- Só uma moedinha para comprar um pão.
- Está bem, eu compro um.
Para variar, a minha caixa de entrada está cheia de e-mail.
Fico distraído vendo poesias, as formatações lindas, rindo com as piadas malucas.
Ah! Essa música leva-me até Londres e às boas lembranças de tempos áureos.
- Senhor, peça para colocar margarina e queijo.
Percebo nessa altura que o menino tinha ficado ali.
- Ok. Vou pedir, mas depois deixas-me trabalhar, estou muito ocupado, está bem?
Chega a minha refeição e com ela o meu mal-estar. Faço o pedido do menino, e o empregado pergunta-me se quero que mande o menino ir embora.
O peso na consciência, impedem-me de o dizer.
Digo que está tudo bem. Deixe-o ficar. Que traga o pão e, mais uma refeição decente para ele.
Então sentou-se à minha frente e perguntou:
- Senhor o que está fazer?
- Estou lendo uns e-mail.
- O que são e-mail?
- São mensagens electrónicas mandadas por pessoas via Internet (sabia que ele não ia entender nada, mas, a título de livrar-me de questionários desses): – É como se fosse uma carta, só que via Internet.
- Senhor você tem Internet?
- Tenho sim, essencial no mundo de hoje.
- O que é Internet ?
- É um local no computador, onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar, trabalhar, aprender. Tem de tudo no mundo virtual.
- E o que é virtual?
Resolvo dar uma explicação simplificada, sabendo com certeza que ele pouco vai entender e deixar-me-ia almoçar, sem culpas.
- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos tocar, apanhar, pegar… é lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer.
Criamos as nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que fosse.
- Que bom isso. Gostei!
- Menino, entendeste o significado da palavra virtual?
- Sim, também vivo neste mundo virtual.
- Tens computador?! – Exclamo eu!!!
- Não, mas o meu mundo também é vivido dessa maneira…Virtual.
A minha mãe fica todo dia fora, chega muito tarde, quase não a vejo, enquanto eu fico a cuidar do meu irmão pequeno que vive a chorar de fome e eu dou-lhe água para ele pensar que é sopa, a minha irmã mais velha sai todo dia também, diz que vai vender o corpo, mas não entendo, porque ela volta sempre com o corpo, o meu pai está na cadeia há muito tempo, mas imagino sempre a nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos de natal e eu a estudar na escola para vir a ser um médico um dia.
Isto é virtual não é senhor???
Fechei o portátil, mas não fui a tempo de impedir que as lágrimas caíssem sobre o teclado.
Esperei que o menino acabasse de literalmente “devorar” o prato dele, paguei, e dei-lhe o troco, que me retribuiu com um dos mais belos e sinceros sorrisos que já recebi na vida e com um “Brigado senhor, você é muito simpático!”.
Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato em que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel nos rodeia de verdade e fazemos de conta que não percebemos!"
Não escolhi esse filme só porquê eu gosto dele. Escritores da Liberdade é um filme de filosofia que trata de realizações situadas à adversidade, ao infortúnio.
Uma professora tenta lidar com alunos rotulados pela própria escola como adolescentes "problemáticos". A sala de aula era uma mistura de Latinos, Afro-americanos, Cambojanos, entre outros, muitos dos quais cresceram em vizinhanças agressivas e participavam de gangues. Nas primeiras semanas de aula, os estudantes obstruíram a aula mostrando que não estavam interessados no que sua professora precisava ensinar, inclusive fazendo apostas sobre quanto tempo a professora duraria em sua sala de aula.
Erin Gruwell tomou a missão de não desistir dos alunos. Em resumo, a história mostra como a autodeterminação ou autocausalidade, segundo a qual a Liberdade é a ausência de condições e de limites, pode mudar uma história e fazer uma diferença na vida dessas pessoas. O drama foi baseado em uma história real.
A filosofia tem um sentido muito amplo, por isso existe essa sessão.
Filosofar é ter a mente aberta para mudar de opinião ou de conceito. Mas antes disso, um conceito que vem junto com "filosofar" e "opinião", antes de me adiantar, é de que a conversa alimenta novas ideias e nossos pensamentos mudam, mas não necessariamente de forma negativa e desastradora.
O tempo passa e nós envelhecemos junto com as outras pessoas. Há uma parcela que se preocupa com a idade, a outra em que não se preocupa, e ainda há uma terceira parcela que mente a idade para não se preocupar, porque no fundo se preocupa. Precisamos ter sempre um ídolo filosófico para nos basearmos antes de pensar em filosofar qualquer coisa. O mundo já existia antes da gente nascer e antes do seu mestre (professor).
O mais difícil é entendermos que somos ignorantes e aceitar nossas fraquezas. Não se trata de humildade - não neste caso -, mas sim de compreendermos que não sabemos de nada, e que não importa quantos livros você já leu e nem se você passa a mão embaixo do queixo enquanto está conversando.
Nos concentramos então nas coisas como elas são, e não como elas estão. Quando você coloca um ovo perto de uma galinha, você a incentiva a botar ovos ali. O ócio (e não confunda com preguiça) faz parte da natureza do homem, que não depende da sua classe e nem do jeito.
Vamos com calma, pois o mundo ainda gira. E a Terra demora 24 horas para girar em torno de si mesma.
São Paulo não chove há muitos dias, e hoje acorda com pingos, relâmpagos e trovões.
Me sinto inspirado em dias assim, e aproveitando disso, escrevi alguma coisa quando acordei. Depois eu termino.
A chuva me inspira, assim como sempre me trouxe inspiração, com seu barulho único e singular das águas caindo, a escrever, mesmo quando eu ainda não escrevia. Na infância eu gostava de sentir a chuva como se fosse uma namorada. O ruim é te-la que esperar um tempão, às vezes, para poder vê-la e senti-la novamente.
E pensar que, enquanto uns perdem seu barraco, outros vendem guarda-chuva. Assim é a vida.
Começo hoje uma nova série aqui no meu blog. Em, "Analisando online", eu escolho uma letra de música e faço a minha análise. Começarei com Sapato 36 (álbum - O dia em que a Terra Parou, 1977), do Raul Seixas, composta por ele mesmo.
Em Sapato 36, Raul Seixas expressa a diferença entre "pai e filho". O filho pensa diferente do pai, mas o pai não respeita isso e empurra o número 36, mas o filho calça 37. De um lado a liberdade, do outro a submissão; uma metáfora em relação a dor do sapato apertado, a dor da alma, da falta de autonomia.
"Dói mas no dia seguinte, aperto meu pé outra vez". O sapato, é o instrumento que a gente usa para caminhar... Também pode ser uma analogia com o "caminhar sozinho", com o "caminhar na vida", filosoficamente falando.
Um desabafo, um grito de liberdade e indignação à censura do pai em proibir as coisas ao filho.
"Pois eu já escolhi meu sapato, que não vai mais me apertar". Já escolheu o que vai fazer, e não se sentirá mais preso ao pai; sem apertar seus passos, sem impor limites. Em suma, a música expressa a liberdade e a falta dela, um grito de sufoco e vontade de fazer as coisas do próprio jeito, sem submissão.